Líbia vai receber armamento dos EUA para combater ao Estado Islâmico

Os Estados Unidos e outras nações aliadas dizem que vão fornecer oficialmente armas ao reconhecido Governo Líbio, que dizem ser necessário para combater ao Estado Islâmico e a outros grupos militares opostos ao governo que vêm ganhando forças no país.

O Governo de Acordo Nacional na Líbia o informou que apresentará os pedidos para que sejam isentos de obstáculos ao adquirir armas, perante as Nações Unidas, o objectivo é de adquirir armas e material letal, a fim de combater os grupos terroristas designadas pela ONU como Estado Islâmico .

O Secretário de Estado Norte Americano, John Kerry observou o “delicado equilíbrio” de fornecer tais armas, durante uma conferência de imprensa com o ministro italiano das Relações Internacionais  e o primeiro-ministro líbio em Viena, na Áustria, na segunda-feira na sequência de uma reunião internacional para oferecer apoio ao Governo do Acordo Nacional na Líbia.

Líbia tornou-se um ponto focal de preocupação para os Estados Unidos pelo caos e a falta de um governo central funcionando. Estes factores têm permitido aos grupos como o Estado Islâmico de se aproveitar e ganhar espaço sem que o governo da Líbia possa fazer alguma coisa para impedir eles de se estabelecer nestas regiões.

Estima-se que existam  cerca de 6.000 combatentes a favor do  Estado Islâmico na Líbia.

As Forças especiais dos EUA estão operando na Líbia, bem como em outros locais em todo o Oriente Médio e Norte da África para tentar evitar que o Estado Islâmico, bem como a Al Qaeda e seus afiliados possam desenvolver um ponto de apoio afim de que possam se espalhar pelo mundo.

“Há pequenas equipes de forças norte-americanas que estão efectivamente no terreno e obtêm uma noção melhor dos envolvidos nos confitos “, e seu “nível de força,  para que se estude meios de combate-los”, disse Peter Cook,  secretário do Pentágono em uma entrevista concedida a repórteres nesta segunda-feira.
“Os pequenos grupos de americanos que têm mantido uma pequena presença na Líbia são para esse propósito específico”, disse Cook.

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