MDM afirma que há Vala Comum em Macossa contrariando Edson Macuácua

Vala Comum – O Presidente da Primeira Comissão da Assembleia da República, Edson Macuácua afirmou categoricamente que “não há vala comum em Canda, distrito de Gorongosa“. Segundo Macuácua, esta conclusão foi fruto de um apuramento feito por meio de intercepção aleatória à cidadãos locais nos seus locais de trabalho, residência ou mesmo na estrada, de modo a evitar segundo Macuácua, que houvesse alguma instrumentalização da opinião da população de modo a desviar o rumo das investigações.

Por outro lado, Sílvia Cheia, deputada da Bancada Parlamentar do MDM contrariou as declarações afirmativas de Edson Macuácua de não haver Vala Comum. Em conferência de imprensa convocada pelo MDM, Sílvia Cheia declarou que há sim Vala Comum na província de Manica, no distrito de Macossa e que todos viram, incluindo ela os sinais de violência presentes no local.

E sobre as declarações de Edson Macuácua, Silvia Cheia contraria dizendo que elas não passam de conclusões pessoais, pois a comissão de investigação não possui nenhum indicativo que refute a existência de vala comum na zona centro do país e que a comissão designada ainda não fez o seu trabalho e nem mesmo emitiu um relatório que atestem as conclusões proferidas por Macuácua.

O caso Vala Comum

Ivone-SoaresRebatendo sobre todo estes acontecimentos, Ivone Soares a Chefe em representação da Bancada Parlamentar da RENAMO diz que não cabe a Comissão dos Assuntos Constitucionais, Direitos Humanos e de Legalidade da Assembleia da República investigar o caso da Vala comum e que já haviam emitido uma proposta para que fosse criada uma comissão de inquérito que englobasse figuras que fossem necessárias, falando das Organizações dos Direitos Humanos, Parlamentares, Organizações da Human Right Watch, Jornalistas entre outras entidades de direito interessadas no desfecho deste caso.

Entre uma e outra declaração contraditória, a sociedade moçambicana e internacional aguarda pelos relatórios concludentes que servirão para clarificar o assunto.

Fonte: Reportagem 07.06.2016

 

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